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Boxe: Manipulação de resultados nas Olimpíadas?

Boxe: Manipulação de resultados nas Olimpíadas?

Suposta manipulação de resultados nas Olimpíadas de 2012 e 2016 é relatada.

por Academia   |   Comentários 0
quinta, outubro 7 2021

Segundo a Associação Internacional de Boxe (AIBA), foi revelado que supostamente houve manipulação de resultados nas Olímpiadas de 2012 e 2016. Na apuração feita por Richard McLaren, há indícios de que alguns confrontos realizados nos jogos de Londres 2012 e do Rio 2016, nas Olimpíadas, foram manipulados.

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Nas Olimpíadas de Londres, foi revelado que houve uma suposta fraude durante alguns combates. De acordo com a investigação, em relação à edição do Rio, no Brasil, há fortes evidências de manipulação de resultados. McLaren apontou que as lutas tiveram uma "cultura de medo, intimidação e obediência", onde até mesmo os árbitros estiveram envolvidos com o caso. Em sua investigação pela Associação Internacional de Boxe, há 11 lutas suspeitas de terem sido manipuladas no ano de 2016. Apesar de haver apenas 11 lutas divulgadas, McLaren optou por não divulgar os números verdadeiros da situação.

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A autoridade da AIBA apontou que durante as edições das Olimpíadas em questão, houve um sistema de manipulação, que englobou juízes e árbitros, para manipularem os lutadores. Visto isso, era dessa forma que os envolvidos escolhiam os lutadores para ingressarem no sistema de manipulação. Em sua fala, McLaren relatou: "Essa estrutura informal permitia cumplicidade e anuência dos árbitros e juízes, que eram designados para garantir resultados previamente acordados em combates específicos".
 
No relatório informado por McLaren, consta 149 páginas que descrevem o caso. Embora isso, McLaren não divulgou ao público os supostos envolvidos com o caso de manipulação de resultados e fraudes nas edições das Olimpíadas de 2012 e 2016. No entanto, McLaren relata que os juízes e os árbitros recebiam informações de qual lutador deveria vencer o combate, mesmo antes do início do combate.
 
Segundo o informado, uma propina de 1,3 milhões de reais foi ofertada a juízes e árbitros. Na situação em questão, os envolvidos solicitavam que o representante da modalidade do Boxe, da Mongólia, deveria vencer seu rival francês durante a semifinal. No entanto, o esquema acabou sendo presenciado por testemunhas que denunciaram a irregularidade.
 
Visto isso, o caso que mais repercutiu foi a luta de Michael Conlan, nas Olimpíadas de 2016. Na ocasião, o irlandês fez parte das quartas de final contra Vladmir Nikitin. Na categoria de 56kg (máximos), Conlan conseguiu ter um excelente desempenho ao dominar seu oponente, porém a arbitragem elegeu Nikitin como vencedor da etapa. No entanto, o russo não esteve presente nas semifinais da categoria, devido aos danos sofridos pelo irlandês. Na época, Conlan expressou sua indignação com o resultado, insultando os dirigentes de serem trapaceiros.
 
A investigação de McLaren também aponta que um antigo diretor da própria AIBA estaria participando dos casos de manipulações de resultados desde antes das Olimpíadas de 2012, e até mesmo depois desse período. De acordo com o relatório de McLaren, o antigo diretor da AIBA teria dito que os lutadores da Turquia deveriam estar na disputa, sem questionamentos. A instrução para os lutadores da Turquia estarem na disputa se dava pelo forte investimento que havia sido realizado na modalidade.
 
Visto isso, também houve outro caso em que o antigo presidente aparece. Nas informações de McLaren, o ex-presidente também teria ordenado que os representantes do Azerbaijão não poderiam receber nenhuma medalha de ouro nas Olimpíadas de 2012. Após isso, a própria BBC decidiu fazer um documentário investigando o caso. Depois disso, Umar Kremlev solicitou uma investigação aprofundada sobre os casos, e assumiu o posto de comando da AIBA.
 
“A AIBA contratou o professor McLaren porque não temos nada a esconder. Também receberemos aconselhamento jurídico em relação a quais ações são possíveis contra aqueles que participaram de qualquer manipulação" - comentou o russo. Por enquanto, aguarda-se mais informações sobre o caso.
 
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