Alguns países já adotaram essa proibição e o Brasil estuda tomar o mesmo caminho.
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Mas qual o problema disso? É que a maioria dessas conquistas e benefícios só é adquirido e conquistado se a pessoa gastar uma quantidade de dinheiro real no jogo. A questão é que muitas dessas técnicas e ofertas usadas nesses produtos pagos lembram as dos jogos de azar, fazendo com que organizações que estejam empenhadas em alertar para esses perigos, estejam lutando até mesmo para proibir essas opções dentro dos games no Brasil.
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Alguns itens raros, como jogadores lendários, são adquiridos de forma aleatória, sem o usuário saber o que estará comprando. Você adquiri uma carta ou pacote torcendo que venha algo especial, ainda que não tenha certeza de qual conteúdo receberá. Acaba que muitos jogadores virtuais gastam dinheiro e mais dinheiro, até que tenha a sorte de conquistar o que desejam. É nesse ponto que aparece a semelhança com jogos de azar.
A Associação Nacional dos Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (ANCED) está de olho nisso e já entrou com ações contra diversas empresas do setor de games, pedindo indenizações, após vários relatos recolhidos. Esse é um dos órgãos que buscam a proibição desse sistema, por trazer semelhanças e prejuízos financeiros e psicológicos como se vê nos jogos de azar em cassinos, que são ilegais no território brasileiro.