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Cris Cyborg poderá voltar ao Octógono


Cris Cyborg poderá voltar ao Octógono

A preferida de muitos no atual MMA feminino, a lutadora brasileira Cris Cyborg poderá voltar a lutar pelo UFC em breve. Depois de ser pega no exame dedoping, a brasileira recebeu a notícia de que foi isenta de suspensão pela USADA (Agência Antidoping dos EUA), podendo voltar ao octógono em breve e até disputar o cinturão da recém-criada divisão dos pesos-penas feminino no UFC

INÍCIO DE CARREIRA COM CINTURÃO E DOPING

Cristiane Justino Venâncio, muita gente não sabe, mas esse é o verdadeiro nome de Cris Cyborg, uma das maiores lutadoras do mundo. Nascida em Curitiba no dia 9 de julho de 1985, Cyborg começou sua carreira profissional no MMA em agosto de 2009, quando venceu por nocaute a norte-americana Gina Carano, que até então estava invicta, na disputa pelo cinturão da categoria até 66kg do Strikeforce. No ano seguinte, a curitibana defendeu seu cinturão duas vezes, vencendo a holandesa Marloes Coenen e a norte-americana Jan Finney, ambas por nocaute. Porém, depois de permanecer com seu cinturão, Cyborg ficou um ano e meio sem lutar por falta de adversárias, voltando ao tatame em dezembro de 2011 para nocautear a japonesa Hiroko Yamanaka com apenas 16 segundos de disputa.

Em janeiro de 2012, a Comissão Atlético do Estado da Califórnia divulgou que o exame de antidoping feito pela brasileira antes da luta contra Yamanaka havia acusado o uso de estanozolol, proibido esteroide anabolizante derivado da testosterona. Com isso, o resultado da luta ficou como “No Contest” (sem resultado) e Cyborg foi suspensa por um ano, além de pagar uma multa de US$2.500 e perder seu cinturão. A lutadora alega que não sabia que a substância era proibida e afirma ter feito o uso por indicação de um profissional da sua equipe, que havia lhe dito que o estanozolol ajudaria na perda de peso, porém, assumindo a culpa por não ter procurado um médico antes de ingerir o esteroide.

VOLTA AO OCTÓGONO E INÍCIO NO UFC

Passados 16 meses sem lutar, Cris Cyborg voltou ao octógono, dessa vez pela organização Invicta FC, onde em abril de 2013 venceu a australiana Fiona Muxlow ainda no primeiro round. Em agosto, a brasileira enfrentou a holandesa Marloes Coenen em um evento inaugural do peso pena da organização. Lutando pela segunda vez contra a holandesa, Cyborg novamente venceu Coenen, dessa vez por nocaute técnico. Em março de 2014, a brasileira disputou o cinturão da categoria até 65 kg do Lion Fight, sendo derrotada pela holandesa Jorina Baars. Depois de passar mais um ano e meio sem lutar pelo Invicta FC, Cyborg fez suas primeiras defesas de cinturão na organização em fevereiro e julho de 2015, nocauteando Charmaine Tweet aos 46 segundo do primeiro round e Faith Van Duin aos 45 segundos de luta. Em janeiro de 2016, Cyborg enfrentou a russa Daria Ibragimova, tendo mais dificuldades e conseguindo um nocaute dois segundos antes do fim do primeiro round.

Ainda em 2015, Cris Cyborg anunciou em suas redes sociais que havia assinado contrato com o UFC, porém, permaneceu lutando pelo Invicta FC por conta da falta de categoria na principais organização do MMA mundial. Em maio de 2016, a brasileira enfrentou a norte-americana Leslie Smith no UFC 198, vencendo a luta por nocaute técnico ainda no primeiro round, enquanto em setembro, lutou contra a sueca Lina Lansberg, conseguindo mais uma vitória por nocaute técnico. Vale destacar que ambas as lutas foram feitas com peso casado, até 63,5 kg.

SUSPENSÃO E ISENÇÃO

Enquanto estava fora do período de competição, Cris Cyborg fez em dezembro de 2016 um exame antidoping, onde foi constatada a presença da substância espironolactona, proibida pela WADA (Agência Mundial Antidoping). De acordo com a brasileira, a substância estava presente em um medicamente prescrito por sua médica durante um tratamento para desordem endócrina, diagnosticada depois do sofrido processo de perda de peso para a luta contra Lina Lansberg. Segundo comunicou a USADA (Agência Antidoping dos EUA), a entidade aceitou e comprovou a explicação de Cyborg, que depois de pedir uma isenção para uso terapêutico (TUE, em inglês), foi isenta de qualquer suspensão e poderá volta ao octógono. Ainda segundo a USADA, os pedidos de TUE são analisados por uma comissão específica e a solicitação de Cyborg só foi aceita porque “a atleta tinha uma condição médica crônica diagnosticada de forma inequívoca, para a qual o uso de espironolactona é o tratamento indicado”.

Atualmente com um cartel de 17 vitórias e apenas uma derrota, Cris Cyborg viajará em março para a Coreia do Sul pela primeira vez, onde participará do campeonato inaugural Battlefield Fighting Championship, atendendo os fãs e participando de entrevistas. Depois disso, é esperado que a atual campeã do peso-pena do Invicta FC enfrente Germaine de Randamie, campeã da recém criada divisão dos penas feminino no UFC.

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