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Anderson Silva, a lenda do UFC está de volta


Anderson Silva, a lenda do UFC está de volta

Nascido em São Paulo e formado em academias de Curitiba, Anderson ‘Spider’ Silva logo tornou-se um dos maiores nomes do UFC, sendo recordista em defesas de cinturão e um dos lutadores preferidos pelos fãs de MMA. Depois de anos aproveitando o sucesso, o lutador brasileiro sofreu nos últimos anos, no início de 2017 deu a volta por cima e se reencontrou com a vitória dentro do octógono.

INÍCIO DE CARREIRA NAS LUTAS

Anderson Silva nasceu em São Paulo, porém, ainda novo mudou-se para Curitiba, onde aos 5 anos começou a treinar Taekwondo, tornando-se faixa preta aos 18 anos. Durante sua adolescência, Anderson ainda tornou-se o segundo faixa preta de Muay Thai formado em Curitiba pelo mestre Fábio Noguchi que foi graduado preta pelo lendário Néli Naja (introdutor do Muay Thai no Brasil), Anderson Silva também conseguiu a faixa preta em jiu-jitsu dos irmãos Nogueira (Minotauro e Nonotouro).

Já adulto, Anderson Silva, que já havia sido apelidado de Spider, começou sua carreira no MMA, participando e conquistando um torneio em São Paulo em forma de GP. Em 2001, conquistou o Shooto, onde logo lutou pelo cinturão de pesos-médios, vencendo o japonês Hayato Sakurai, sendo esse seu primeiro título em um grande evento de MMA. No ano seguinte, Anderson passou para o Pride, onde alternou com vitórias e derrotas. Em 2006, o brasileiro assinou com o UFC, fazendo sua estreia em junho no Ultimate Fight Night 5, onde nocauteou aos 49 segundos do primeiro round Chris Leben, sendo essa a luta mais rápida da carreira de Anderson. Logo depois dessa vitória, uma enquete foi feita no site do UFC, onde o público pediu que o brasileiro lutasse contra o então campeão dos pesos-médios, Rich Franklin. Em outubro de 2006, o brasileiro disputou o cinturão da categoria, vencendo a luta contra Franklin em um nocaute no primeiro round e assim consagrando-se campeão dos pesos-médios do UFC pela primeira vez.
 
DEFESAS DO CINTURÃO E PERÍODO DIFÍCIL NO UFC

Depois da vitória sobre Franklin, Anderson Silva emendou uma sequência nunca vista antes de vitórias e defesas de cinturão no UFC. Sua primeira defesa de cinturão seria contra Travis Lutter, porém, o norte-americano acabou não batendo o peso e a luta não valeu pelo título, contando apenas como uma vitória para Anderson Silva. Na sequência, o brasileiro disputou outras treze lutas, vencendo todas e defendendo o cinturão em dez delas. Ao todo, Anderson conseguiu uma sequência de 17 vitórias consecutivas e 10 defesas de título, sendo até hoje o lutador com a maior sequência de vitórias e títulos defendidos no UFC, vencendo lutadores como Victor Belfort, Chael Sonnen e James Irvin.

Depois de seis anos como campeão dos pesos-médios, Anderson Silva perdeu o cinturão para o norte-americano Chris Weidman em julho de 2013, quando foi derrotado por nocaute. No fim do mesmo ano, o brasileiro conseguiu uma revanche perante o norte-americano, porém, não conseguiu o reverter a situação, acabando a luta de forma trágica. No primeiro round, o brasileiro foi completamente dominado e no segundo assalto, depois de ter alguns momentos bons, Anderson tentou dar um chute baixo lateral e acabou quebrado a perna esquerda, (fratura na tíbia) perdendo a luta e ficando sem o cinturão.

Recuperado da lesão na tíbia, Anderson Silva voltou ao octógono em janeiro de 2015, quando venceu o norte-americano Nick Diaz no UFC 183. Porém, em fevereiro do mesmo ano foi revelado o resultado de um exame antidoping realizado por ambos os lutadores antes mesmo da luta, onde tanto Anderson Silva quanto Nick Diaz foram flagrados usando substâncias proibidas e o brasileiro acabou sendo suspenso por um ano do UFC, além da luta ter ficado sem resultados. Em fevereiro de 2016, com sua suspensão cumprida, Anderson foi derrotado por Michael Bisping por decisão unânime em uma luta que gerou certa polemica, já que o brasileiro reclamou muito do resultado da disputa, afirmando que haviam lhe tirada a vitória. Ainda em 2016, Anderson disputou mais uma luta, onde se ofereceu para substituir Jon Jones na disputa contra Daniel Cormier, Anderson acabou perdendo por decisão unânime.
 
VITÓRIA NO UFC 208

Depois de pouco mais de três anos da sua última vitória oficial, ocorrida em outubro de 2012 contra Stephan Bonnar, Anderson Silva finalmente voltou a vencer dentro de um octógono. O UFC 208, realizado no último sábado (11) em New York, teve como última e principal luta a disputa pelo inédito cinturão dos pesos-penas feminino entre Holly Holm e Germaine de Randamie, porém, foi a disputa entre Anderson Silva e Derek Brunson que realmente conseguiu maior destaque, onde todos esperavam a volta e uma boa exibição do ex-campeão dos médios e eterno ídolo do MMA.

Na madrugada do último sábado, Anderson entrou no octógono focado em vencer, mostrando que mesmo aos 41 anos continua tendo velocidade e qualidade nos golpes, desferindo bons chutes, socos, fintas e continuando com sua ótima esquiva perante seus oponentes. Seu adversário, o norte-americano Derek Brunson, pouco ameaçou, passando grande parte da luta tentando levar Anderson para o chão, sem muito sucesso. Ao longo da luta, Anderson Silva assegurou-se com vantagem, sendo muito agressivo e garantindo assim sua vitória por decisão unânime (29-28, 29-28, 30-27).

Atualmente, Anderson Silva, que ainda está sem o cinturão, tem um cartel de 34 vitórias e 8 derrotas, sendo que dessas 34 vitórias, 20 foram por nocaute, 8 por decisões dos juízes e 6 por finalizações, enquanto as 8 derrotas foram 3 por decisões dos juízes, duas por nocautes e duas por finalizações, além da luta que não possui resultado (contra Nick Diaz).

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