Em entrevista, FalleN diz que deseja ser tricampeão de Counter-Strike.
Como um dos maiores astros brasileiros do cenário, FalleN se permite sonhar com a possibilidade de conquistar seu terceiro campeonato mundial. Em 2016, ele alcançou o auge de sua carreira ao conquistar dois Majors, um pela Luminosity Gaming e outro pela SK Gaming. Agora, ele busca repetir esse feito e adicionar mais um título mundial ao seu impressionante currículo.
Durante a entrevista, Gabriel “FalleN” relembrou os momentos em que fora campeão Mundial ao lado de suas antigas equipes: “Quando a gente venceu os primeiros majors com a Luminosity e a SK, nosso objetivo não era "precisamos muito, muito, muito ganhar o título", não era obsessão. Era muito mais curtir o momento, entender a fase que a equipe vinha vivendo e levar cada momento como uma oportunidade de aprendizado para estar mais forte para o próximo momento. O meu desejo é estar nas cabeças, jogar semifinais e jogar as finais. Quando a gente está nessa situação, é só uma questão de tempo para virem os títulos. É ter um pouco mais de casca grossa na equipe, lidar um pouco melhor com a ansiedade e tentar ao máximo colocar tudo aquilo que a gente trabalha todos os dias em campo.”
FalleN relembrou dos momentos que esteve no topo e o reflexo que isso trouxe na BLAST Premier Spring Final 2023: “Deu para sentir o que é jogar um torneio 'top' e chegar nas cabeças com chance de vitória. É uma situação muito, muito boa.” [...] “E eu fiquei mal-acostumado em 2016 e 2017, estava lá o tempo todo. É uma situação maravilhosa, time incrível que a gente tinha na época.”
Gabriel “FalleN” destacou que espera ter estes sentimentos novamente: “O foco é chegar a essa situação de novo, indo para os campeonatos e tendo essa chance de chegar longe neles, né. Eu tenho muito desejo disso. Ganhar um terceiro major seria fenomenal, seria realmente o grande ápice. A grande possibilidade desse projeto agora é justamente tentar sonhar com algo como isso.”
É importante mencionar que FalleN recentemente foi contratado pela organização FURIA, e revelou que: “É óbvio que em todo projeto, quando começa, a gente coloca como visão e objetivo grandes títulos e tudo, mas a gente tem que entender que o trabalho começa do primeiro degrau, que tem que ir passo a passo e ir aos poucos entendendo como este time pode funcionar junto.”
Por fim, o lendário jogador de Counter-Strike: Global Offensive revelou que é necessário lidar com a pressão do cenário competitivo: “Eu fico com um pouco de receio de colocar isso como "eu vim para o Major e tal", porque a gente vai ter que tomar muito cuidado com a pressão que irá existir nessa equipe. A gente sabe que, quando junta assim grandes jogadores e personalidades, existe uma expectativa, não só do público, como nossa, interna, muito grande. A gente tem que alinhar um pouco o nosso lado emocional com o discurso, para saber que resultado grande só vem com trabalho. Não adianta colocar os melhores jogadores ali. A gente tem muitos exemplos, no futebol inclusive, achando que é só juntar os melhores que vai dar certo, e não é bem assim que funciona. Você precisa colocar o trabalho e o tempo para que todos esses ingredientes entrem em ação.”
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