Em texto, Ciclistas do Brasil pediram patrocínios de operadoras de apostas.
Em sua publicação, o diretor da entidade Ciclistas do Brasil Eventos Esportivos enfatizou que: “TODOS os clubes de futebol da Série A do brasileiro Masculino, e alguns times da Série B, já possuem em seus uniformes o nome de uma casa de apostas como um dos seus principais patrocinadores. TODAS as partidas de futebol, vemos na TV ou localmente mais de cinco marcas se acotovelando por espaço em torno do gramado.”
Além disso, Rodrigo Gomes Simões deixou destacado o seguinte: “E tudo isto pois estão em disputa de atenção de seu público, para vender acessos e apostas. Um universo, que não tenho como medir, apenas que já li e ouvi, que em 2023 está movimentando algo em torno de 8 BILHÕES de reais no Brasil. Com isso, o governo federal, que não é bobo, pensa em criar legislação sobre as apostas esportivas, a fim de tentar moralizar, controlar e tentar evitar fraudes.”
Portanto, o representante da Ciclistas do Brasil afirmou estar “tudo certo até aí”, referente as suas análises anteriores. Porém, o responsável pela entidade aproveitou para perguntar e destacar alguns pontos além do futebol, como o ciclismo.
“Só de futebol vivem as casas de apostas? Ciclismo, basquete, vôlei, natação, atletismo, hockey, rugby e surf, entre outros, também não são um bom negócio?”- observou o criador da Ciclistas do Brasil.
Em seguida, Rodrigo Gomes Simões ainda observou o seguinte: “Sei que no Brasil, o acesso ao futebol, é gigantesco, mas uma pesquisa atual mostra que o amor ao futebol tem diminuído muito. E que hoje menos de 70% dos brasileiros falam que acompanham o futebol de forma direta ou indireta. Tá e os outros 30%? (+- 66m de pessoas)”
Em relação ao ciclismo com as operadoras de apostas, o representante da Ciclistas do Brasil argumentou: “Eu falo de ciclismo, que conheço bem, e sei que mais do que a maioria dos ciclistas que hoje são em torno de 9.000.000 de praticantes no Brasil em competição e/ou lazer, que tendem a NÃO acompanhar o futebol, apenas o ciclismo.”
Dito isso, Rodrigo Gomes Simões analisou a falta de patrocínios de casas de apostas com o ciclismo nacional, além dos trabalhos de marketing em cima da modalidade. De acordo com sua fala, o esporte possui um ticket médio de consumo que valeria a atenção das casas de apostas.
“Então aí que eu pergunto: Não está na hora de as casas de apostas no Brasil, começarem a trabalhar o marketing em cima do ciclismo? Esporte esse nichado e com um consumidor que tem o mais alto ticket médio de consumo entre todos os esportes.”
Além disso, o representante da Ciclistas do Brasil Eventos Esportivos ainda destacou alguns pontos interessantes sobre a causa: “A Ciclistas do Brasil sabe o caminho e temos os projetos prontos para desenvolver e aumentar os acessos aos sites, ligados ao ciclismo. Giro, tour e vuelta, que estão a menos de 2 meses. Algumas casas já têm em seus sistemas a aposta no Ciclismo mas sem NENHUMA forma de comunicação ao público.”
Por fim, Rodrigo Gomes Simões encerrou o seu texto fazendo uma reflexão a respeito da situação, ao fazer a seguinte indagação ao seu público: “existe espaço para outros esportes?”