O que os apostadores em tênis podem esperar da temporada 2023.
Além do sérvio, merecem citação outros tenistas que devem ter uma temporada de destaque. Entre eles, o fenômeno espanhol Carlos Alcaraz, o finalista do Australian Open - o grego Stefanos Tsitsipas, o norueguês Caper Ruud, o italiano Janik Sinner, o dinamarquês Holger Rune, os canadenses Felix-Auger Aliassime e Denis Shapovalov, os russos Daniil Medvedev, Andrei Rublev e Karen Kachanov, os americanos Taylor Fritz, Frances Tiafoe e Sebastian Korda, o polonês Hubert Hurkacz e o britânico Cameron Norrie. Além deles, o alemão Alexander Zverez é um tenista que saudável (o que não vem conseguindo manter recentemente) deve brigar para estar no top3 do ranking mundial. Todos estes tenistas devem travar ferrenha batalha pelo almejado e sonhado top10 da temporada, bem como um lugar no ATP Finals, torneio que fecha o calendário da temporada, e onde participam os 8 melhores tenistas do mundo, em um formato diferente do convencional, com dois grupos de quatro tenistas cada, classificando-se os dois primeiros e cruzando os grupos, em duas semifinais e, posteriormente, a grande final. Além destes citados, existem outros tenistas que devem tornar o calendário ainda mais acirrado, caso do extremamente talentoso Nick Kyrgios. O australiano mescla extrema genialidade com momentos de total descontrole emocional. Não fosse seu aspecto mental, o australiano certamente estaria figurando entre os cinco melhores tenistas do planeta. Ainda assim, embora esteja sofrendo com algumas lesões, que inclusive o impossibilitarem de jogar o Australian Open, Grand Slam no “quintal” de sua casa, o tenista tem se mostrado motivado e focado a conquistar um major antes de sua aposentadoria.
O fato é que o nível de tênis atual no circuito da ATP tem se mostrado cada vez mais duro e parelho, com um percentual altíssimo de jogos sendo decididos em detalhes mínimos. Atento a isso, o apostador deve saber precificar cada vez melhor suas entradas, tendo em vista os mercados estarem cada dia mais ajustados pelas bancas de apostas. Outro ponto que torna ainda mais interessante de acompanhar o circuito atualmente é o surgimento crescente de novos talentos. Diversos tenistas, muito novos, tem despontado já entre os melhores do mundo. Peguemos como exemplo tenistas do calibre de Carlos Alcaraz, que, inclusive, após conquistar o US Open, chegou a ser o número 1 do mundo. Além dele, Holger Rune, cada dia mais confiante e com melhores resultados, além de prodígios que devem escalar vários degraus no ranking da ATP esse ano, como por exemplo os americanos Ben Shelton, J.J. Wolf, o britânico Jack Draper, e o tcheco Jiri Lehecka.
O fato incontroverso é que fazia muitos anos que não tínhamos um circuito da ATP tão parelho e de difícil previsão. Aproximadamente do número 15 ao numero 50 do mundo, o nível de tênis é muito próximo, o que torna de difícil previsibilidade não somente visualizar os campeões dos torneios semanais que ocorrem ao redor do planeta, mas também da imensa maioria dos jogos. Se por um lado o percentual de acerto e em entradas por parte dos apostadores deve se tornar um pouco inferior, por outro, deve-se abrir uma série de oportunidades interessantes com odds desajustadas, que certamente serão aproveitadas pelos apostadores mais experientes e competentes.
Por fim, para os amantes de tênis e apostas, podemos esperar um ano com muitas emoções e jogos memoráveis, que certamente irão entrar na história do esporte.5