A organização TSM pretende abrir escritório em solo brasileiro junto com uma equipe de Free Fire.
Recentemente, o diretor de mobile da organização, Jeff Chau, comentou sobre os novos planos da TSM, confirmando a ideia de entrar no cenário competitivo de Free Fire do Brasil. O diretor afirma que irá buscar os melhores jogadores para vestirem o manto da organização. Dessa forma, Chau pretende investir pesado na área: "A TSM FTX está planejando entrar para o Free Fire brasileiro e irá buscar os melhores jogadores para atuarem sob a nossa bandeira. Muitos dos nossos fãs se tornaram fãs em razão do sucesso da TSM na história dos esports em PC, então estamos muito empolgados em aumentar a nossa base de fãs nos esports para celular no Brasil e no mundo. Portanto, esperem mais investimentos nesta área."
A razão da TSM FTX estar buscando se integrar no mercado brasileiro, se deve ao fato do Brasil ser a terceira maior audiência de eSports em todo o mundo. Segundo o diretor, 47% dos 90 milhões de jogadores do Brasil usam o celular como uma plataforma de games. Sendo assim, há um grande desempenho na modalidade que chamou a atenção da organização norte-americana. Chau revelou que o League of Legends é o que mais chama atenção em solo nacional. O diretor comentou que o Brasil é um dos setores mais atraentes no mercado de eSports, com fãs apaixonados e uma crescente de espectadores: "O Brasil é um mercado muito atraente para os esports por conta da sua base de fãs muito apaixonada e em rápido crescimento".
No mês passado, a organização norte-americana havia divulgado uma contratação de elenco para Free Fire na Índia, que é outro país que possui muitos espectadores. A contratação foi uma das primeiras aquisições da organização, referente ao Free Fire, somando a quantia de US$ 210 milhões para os planos futuros.
Na divulgação da TSM FTX, a empresa revelou que iria usar boa parte do dinheiro para se estabelecer na China, Europa e na América do Sul. Além disso, o diretor ainda revelou em uma entrevista que a organização ama o Brasil e se dispõe a comprometer-se com o país a longo prazo, estabelecendo um escritório na América do Sul: "A TSM ama o Brasil! Como se trata de um país com o qual estamos comprometidos a longo prazo, faria mais sentido localizar nosso escritório da América do Sul lá".
Já referente ao Wild Rift, a organização criou uma gaming house para os atletas em São Paulo. Na gaming house, os atletas possuem acesso a uma infraestrutura com equipamentos para treinamento e outras ferramentas de patrocinadores: "Para que eles possam focar o tempo e os esforços deles no treinamento, para que se tornem os melhores".